Entrevista com morador – Luiz Cruz

Entrevista com morador – Luiz Cruz

Entrevista com morador – Luiz Cruz

O jornal eletrônico do Residencial 11 entrevista o associado, Luiz Carlos da Cruz Almeida, morador há 13 anos do Residencial 11, casado com a Sra. Sandra Shigekiyo Almeida, com quem a filha Camile Shigekiyo Almeida Heuer, de 27 anos de idade, que recém casou-se no dia 10/11/2020 com o Ruy Heuer, união que contou com a presença de diversos amigos da SAR11.

Jornal – Qual a sua profissão?
Luiz – Hoje sou Diretor Associado de uma consultoria de negócios. Cuido da plataforma de projetos comerciais para industrias principalmente de consumo massivo.

Jornal – Trabalha em qual empresa?
Luiz – Trust9 Consultoria e Participações Ltda

Jornal – Nas horas de folga gosta de?
Luiz – Descansar, estar com amigos batendo papo e de um bom happy hour

Jornal – Qual o seu hobby?
Luiz – Sou de esportes (futebol principalmente) e gosto de pescaria. (compartilho as duas coisas com os amigos do 11).

Jornal – Torce para qual time de futebol?
Luiz – Sou são paulino.

Jornal – Qual a iguaria preferida?
Luiz – Sou bom de comida, aprecio muita coisa (frutos do mar, do ar e um bom churrasco)

Jornal – Pratica Esporte?
Luiz – Jogo meu futebolzinho no 11 com os amigos do Sufoco sempre que possível e jogo também futsal. Sempre que possível também faço meu circuito de academia.

Jornal – Estilo musical preferido?
Luiz – Pop Rock nacional e internacional

Jornal – Qual o local do Residencial 11 que mais gosta?
Luiz – O 11 tem muita coisa legal e é o que nos dá tanto apego. Gostamos de todo o espaço esportivo e área de convivência além das praças que acho incrível. Acho muito legal que temos aqui opções para todos terem o que ver e fazer, desde que queira participar.

Jornal – Uma viagem inesquecível:
Luiz – São Duas, a Espanha que fui estudar e depois curtir com a esposa e depois a que fizemos para o Canadá a 1ª. vez para visitar nossa filha que estuda e mora lá.

Jornal – Uma cidade que já visitou e deseja voltar a visitar?
Luiz – Ushuaia; no extremo sul da Argentina.

Jornal – Tem coleção?
Luiz – Não coleciono, mas adoro relógios, assim; tenho alguns.

Jornal – Como conheceu Alphaville
Luiz – Olha, trabalhei há muitos anos na Hewlett Packard na Rio Negro, eu morava na Freguesia do Ó e vinha todo dia para cá de ônibus, então já tinha ideia do que era aqui (na época menor) mas entendia a proposta do que se queria fazer aqui. À medida que o tempo foi passando fui sempre acompanhando o crescimento de Alpha mas não sonhava em morar aqui… mas achava incrível.

Jornal – Quando se mudou para o Residencial 11?
Luiz – Foi em fevereiro de 2006, uma fusão de necessidade e oportunidade nos fizeram optar por uma residência já que morávamos em apartamento, nessa hora, eu e a Sandra discutimos e falamos se tem que ser casa, bora pra Alphaville, foi duro mas conseguimos vir para cá.

Jornal – Antes de morar no Residencial 11 residia onde (cidade e bairro)?
Luiz – Em São Paulo no Alto da Lapa

Jornal – Quando chegou a Alphaville como era o bairro?
Luiz – Já era muito desenvolvido, mas obviamente não como é hoje com o número de condomínios e moradores atuais.

Jornal – Qual a sua opinião sobre Alphaville?
Luiz – Para nós, segue sendo incrível, nossos parentes e amigos que vem de fora sempre ficam impressionados com as características do bairro. Nós concordamos, mas já temos as reticencias normais de quem tem mais tempo aqui e viveu fora dessa fase de verticalização residencial e comercial que vem imperando há alguns anos. Acho que se perdeu o propósito principal com o bairro de Alphaville. Seguimos com o bônus de morar com mais segurança e sociabilidade dentro de nossos condomínios, mas já temos o ônus fora do nosso condomínio com a falta de planejamento urbano das administrações de Parnaíba e Barueri.

Jornal – Quais as principais mudanças notadas em Alphaville?
Luiz – As que comentei e em sua maioria com queda nos níveis: Planejamento urbano, Tráfego, Segurança, Educação básica, enfim; os efeitos do inchaço populacional.

Jornal – Como é morar no Residencial 11?
Luiz – Mesmo com o que comentei acima, nós adoramos. Acho que nosso condomínio é muito diferenciado em uma série de coisas e acho que mesmo com oportunidades (sempre vão existir) as últimas administrações têm feito significativas implementações que mais que valorizar nosso condomínio e nossas residências, tem feito com que a nossa sociabilização e satisfação cresça ou minimamente se mantenha. Não faltam espaços e tampouco atividades para que possamos nos divertir e interagir sem precisar sair daqui. Nós aqui de casa, participamos de tudo que podemos.

Jornal – Qual a sua opinião sobre as atividades esportivas do Residencial 11?
Luiz – Incrível, não faltam atividades e para literalmente todas as idades, não é mais o nosso caso mas observo muito o que oferecem para a criançada, esportes, camping, campeonatos, ou seja; fundamental para essa idade, ocupa-los com atividades sadias, some-se a isso a qualidade dos professores/instrutores, sem falar da mobilização do nosso condomínio para o INTERALPHAS, é simplesmente incrível, haja visto nossos resultados. NOSSA PARTE ESPORTIVA É O DESTAQUE.

Jornal – Em sua opinião, o que deve ser melhorado no Residencial 11?
Luiz – Sempre há o que melhorar e pude ver muita coisa endereçada no orçamento, que vem mantendo e fazendo os upgrades e há quatro anos estamos com a mesma taxa condominial, há que se destacar. Acompanhei os investimentos de segurança e acho que aqui não se deve abrir mão, até porque é um dos requisitos de quem opta por morar em alpha e dentro de um condomínio. Penso que de uns tempos para cá, vejo mais descuido e depredação com as áreas comuns e aqui mais do que “monitoramento” e “penalizações”, poderia haver mais campanhas e comunicação eficiente no sentido de conscientização. Vejo uma taxa anormal de lixo jogada nas alamedas, além de detritos de cães literalmente jogados nos gramados e sarjetas. Isso é decepcionante.

Jornal – Deixe uma mensagem para os associados sobre o Residencial 11
Luiz – Acompanho o grupo Alphaville residencial 11 e os comentários e reclamações, muitas com total coerência e razão mas por sermos moradores de um lugar com tantas coisas boas, tanta gente boa e com tanta gente de fora que entra e sai daqui todo dia a coisa não é fácil, temos que ter uma postura ou atitude de Zeladoria também, falando com nossos filhos, funcionários e prestadores de serviços o que pode e o que não pode ser feito aqui, temos que ter e dar sentido de pertencimento aos que frequentam o nosso condomínio para que se sintam tão responsáveis quanto nós pelo que temos aqui. Nós, desde que viemos para cá, mais do que moradores, somos fãs de carteirinha de nosso condomínio pela reciprocidade que ele nos dá. É isso….

 

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