Entrevista com a moradora – Elisabete Felet

Entrevista com a moradora – Elisabete Felet

Entrevista com morador – Vergílio Minutti

O jornal eletrônico do Residencial 11 entrevista a associada, Elisabete, mais conhecida como Bete Felet, moradora há 26 anos, casada com o Sr. Luiz Sekijima, com quem tem os filhos Rodolfo, Arturo e a norinha Fernanda.

Jornal: Qual a sua profissão?

Bete: Atualmente sou aposentada, mas faço voluntariado na Paroquia Bom Pastor – Igreja católica de nosso bairro. Faço parte de algumas Ações Evangelizadoras (antigamente denominadas Pastorais).

Jornal: Trabalha em qual empresa?
Bete: Eu considero o voluntariado como um trabalho, pois na minha visão o voluntariado não é para fazer no seu tempo livre, mas deve ser encarado com organização, com responsabilidade e estar atento as regras da empresa, no meu caso a paroquia. Então eu trabalho e atuo, na catequese – que amo, como leitora, no Apostolado da Oração, Grupo de Oração e no Movimento de Valorização Humana, este ultimo solicitei afastamento devido ao TCC que estou fazendo.

Jornal: Nas horas de folga gosta de?
Bete: Brincar com o Charles (nosso dog).

Jornal: Qual o seu hobby?
Bete: Ouvir boa música.

Jornal: Torce para qual time de futebol?
Bete: Três times na família, a saber:

  • Palmeiras: eu (Bete) e o Arturo (filho mais velho);
  • São Paulo: Luiz (meu marido) e o Rodolfo (Filho caçula);
  • Santos: Fernanda (minha norinha, noiva Arturo).

Jornal: Qual a iguaria preferida?
Bete: Lasanha de berinjela

Jornal: Estilo musical preferido?
Bete: Pop (Adele, Celine Dion) e Pop Rock (Bastille)

Jornal: Qual o local do Residencial 11 que mais gosta?
Bete: Nossa! Gosto do 11 inteiro, mas a entrada com as palmeiras e a praça principal, fazem um conjunto muito harmonioso.

Jornal: Uma viagem inesquecível:
Bete: São duas: Nacional: Mariana (MG) e Internacional: Terra Santa

Jornal: Uma cidade que já visitou e deseja voltar a visitar?
Bete: Nossa são muitas.
Mas quero revisitar uma Basílica em Roma: “Santa Maria Maggiore”, também conhecida como “Santa Maria Maior” ou “Nossa Senhora das Neves”.

Jornal – Como conheceu Alphaville?
Bete: Através de um amigo que morou no Res II.

Jornal – Quando se mudou para o Residencial 11?
Bete: Dia 25/01/1994.

Jornal – Antes de morar no Residencial 11 residia onde?
Bete: Sorocaba, e durante a construção de nossa casa, moramos no edifício Regina na Alameda Cauaxi.

Jornal – Quando chegou a Alphaville como era o bairro?
Bete: Era muito calmo, sem transito. Chegávamos a São Paulo em 20 minutos. E a entrada de Alphaville tinha muitas árvores.

Jornal – Quais as principais mudanças notadas em Alphaville nos últimos anos?
Bete: O crescimento do bairro esta ocorrendo de maneira desordenada, com construção de prédios e novos condomínios sem a infraestrutura necessária para atender o crescimento. Isso também acarreta um trânsito caótico. E sinto falta de hospitais.

Jornal – Como é morar no Residencial 11?
Bete: Acho que maravilhoso desde que você entenda que você mora numa “ilha”. A vida de 99% da população brasileira é muito divergente do que temos aqui.

Jornal – Qual a sua opinião sobre as atividades sociais e esportivas do Residencial 11?
Bete: Não sou muito de esportes. Mas iniciei algumas atividades físicas em 2019 e achei bárbaro, muito bom.

Jornal – Em sua opinião, o que deve ser melhorado no Residencial 11?
Bete: Somos todos da área de TI, e verificamos que o residencial utiliza muito papel, tudo é papel. Requisição para preencher. Autorização de funcionário… Isso me deixa triste. Pois atualmente temos aplicativos/sistemas para controlar e organizar tudo. Isso me desanima às vezes.

Jornal – Deixe uma mensagem para os associados.
Bete: Cuide do local onde mora e seja amável com seu vizinho, com os pets e com os funcionários. O resto vem de lucro.

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